☛ O que eu aprendi com Michael Jordan – Entenda e leve a sua vida para um nível superior!

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Oi, tudo muito bem com você?!

Eu sou Ricardo Basilio e o post de hoje foi inspirado em um livro que, em minha visão, possui grande consistência e nos mostra o poder de sermos únicos; seres singulares e, ao mesmo tempo, diferentes.

O livro “Singular, o poder de ser diferente” nos guia em histórias de grandes personagens da humanidade antes mesmos deles se tornarem brilhantes em suas áreas de atuação. Este livro nos mostra como as nossas competências, habilidades, histórias e experiências únicas e singulares podem nos auxiliar a encontrar o caminho da realização plena e da superação em todos os âmbitos da vida.

Esta grande obra nos ajuda a ultrapassar os diversos paradigmas daquilo que acreditamos desde a nossa infância -[destino], nos proporciona caminhos para elevar os nossos pensamentos e sentimentos, e contribui para a construção de ações rumo a uma vida com mais propósito – [escolhas].

Ao ler este livro, resolvi compartilhar uma discussão que há anos venho estudando junto com os meus clientes nos processos de coaching, que trata exclusivamente de dois conceitos – Destino e Escolhas.

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Por vários séculos, psicólogos, filósofos e coaches de todo o mundo têm se envolvido em um debate caloroso sobre uma questão que a maioria de nós acredita saber a resposta intuitivamente: O destino existe?

Segundo os pensadores Jacob Pétry e Valdir R. Bündchen, a resposta lógica e aparentemente natural é: “sim”.

“Não escolhemos fatores importantes da nossa vida, como o lugar e a época em que nascemos e crescemos, nossa herança genética, nem os costumes e a cultura nos quais desenvolvemos nossa personalidade. Todos esses fatores exercem um papel essencial em nossa vida”.

Os autores acima fazem uma exemplificação sobre os fatores que não escolhemos para a nossa vida, e como isso muito me agrada, vou compartilhar com você agora.

Suponha que você queira se tornar um jogador de basquete, imagine que você queira chegar aos status de Michael Jordan. Por mais ardente que fosse seu desejo de se tornar igual ou melhor que Jordan, por maior que fosse sua determinação, disciplina e força de vontade, a realização desse sonho não dependeria só de você, certo? Sua realização dependeria de fatores naturais que estão fora de seu controle.

Não é assim que pensamos a todo o tempo? Que não fomos agraciados por privilégios na infância, por condições financeiras adequadas e por melhores oportunidades na educação?

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Ao retornar ao exemplo de Michael Jordan, vamos colocar algumas condicionantes para entendermos a importância e a existência do destino. Ok?!

Para se tornar Michael Jordan, você precisaria de altura adequada, idade ideal, aptidão natural, força de propósito e habilidade física. Sem essas características, talvez você jamais seria capaz de realizar seu sonho, certo?!

Michael Jordan só pôde se tornar o Michael Jordan que conhecemos porque ele foi beneficiado pelo destino. Não é essa a mentalidade que temos?

Mesmo que você tivesse todos os elementos que favoreciam Michael Jordan, ainda assim, dependeria de outros fatores essenciais que fogem completamente do seu controle, como a sorte, por exemplo. Sim, você precisaria de sorte para várias coisas, como nascer num país com tradição de basquete, num bairro ou cidade com quadra para praticar, e encontrar o ambiente adequado, como uma escola que reconhecesse seu talento para o basquete e o ajudasse a desenvolvê-lo.

Acima de tudo isso, precisaria de mais sorte para cair na graça do treinador, para que no momento certo, ele lhe colocasse à frente dos colegas dando as melhores oportunidade. Certo?!

É assim que pensamos. O mesmo exemplo que vale para o basquete é aplicado em todos os segmentos da vida. Temos uma forte tendência a acreditar que somos o resultados de fatores que não dependem unicamente de nós. Isso se aplica para a nossa vida pessoal, para nações, comunidades e corporações.

Em outras palavras, quero dizer que, sob essa perspectiva, dependemos da sorte que o destino nos reserva para termos a vida que desejamos. Sendo assim, em última instância, é o destino que cria e determina nossos resultados.

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Mas será que é assim mesmo…?

Creio que mesmo que poucos tenham a coragem de expressar a sua opinião frente a esse assunto, em minha visão, é essa a mentalidade que a maioria de nós possuímos sobre o sucesso.

Intuitivamente, acreditamos que alguns indivíduos, como Michael Jordan, nasceram com luz própria. E não importa o que essas pessoas desejam fazer ou escolhem nas suas vidas, o universo dará um jeito de proporcionar a elas o que elas querem.

Em contrapartida, aqueles que, como muitos de nós, nascem imersos em problemas sociais, familiares e econômicos, não importa o quanto tentem, se esforcem e lutem, raramente sairão do lugar. Não é assim que pensamos? Lamento dizer, mas essa é geralmente a nossa mentalidade sobre o sucesso.

Em meu trabalho, eu venho questionando com muito carinho os meus clientes e faço a seguinte pergunta: Será que é assim mesmo? A nossa vida está nas mãos do destino e da sorte? Seria tudo isso muito óbvio? Será que realmente somos produto do destino?

Se aplicarmos o princípio da sorte e do destino em outras atividades, como em nossa época de escola, como seriam os resultados? Vejamos. Se, em vez de estudar, você dependesse da sorte para obter bons resultados ou passar de ano? Ou ainda, o que você faria se o técnico do seu time de futebol desistisse dos treinos e, em vez de se esforçar, de dar o melhor de si e tentar tirar o melhor do time, deixasse os resultados à mercê da sorte, como seria?

Vamos pensar um pouco mais? Por que algumas pessoas ou mesmo empresas, apesar de todos os desafios e circunstâncias desfavoráveis impostas pelo destino, realizam seus projetos, sonhos e propósitos? E por que outras, com vantagens claras oferecidas pelo destino, não progridem e muitas vezes fracassam espantosamente?

Sugiro você pensar nos piores desafios que você já enfrentou. Puxe pela memória aquelas situações aparentemente impossíveis de se resolver. Em quantas dessas circunstâncias a decisão sobre o que fazer ou como agir para enfrentar a situação dependeu de você? E o que definiu a forma como você agiu? Você teve alguma escolha?

Os autores Jacob Pétry e Valdir R. Bündchen, por meio da obra aqui já mencionada, colocam em cena que não há como negar que de fato o destino tem influência na trajetória da nossa vida. Há influência do destino sob vários aspectos, como as nossas ações, as nossas escolhas e nossas conquistas ou derrotas. Mas será que é ele, o destino, quem determina os resultados finais que obtemos?

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Voltemos à história de Michael Jordan para compreendermos os seus resultados.

A maioria dos especialistas o considera o melhor jogador de basquete de todos os tempos. Outros vão mais longe, e o apontam como o atleta mais extraordinário da história. Será que ele realmente nasceu predestinado ao sucesso? O que realmente pensamos quando vemos um atleta assim? Analisando o seu desempenho em quadra, ficamos com a impressão que ele nasceu assim, pronto, favorecido pela genética e pelas oportunidades, certo?!

Vamos então ao início da carreira de Jordan transcrita nesse brilhante livro. Janice Hardy, orientadora vocacional da escola onde Jordan concluiu o segundo grau, orientou-o a fazer faculdade de matemática. Keneth MacLaurin, diretor da escola, sugeriu que ele entrasse nas forças armadas. Ninguém, exceto Jordan, sequer cogitava uma carreira no basquete. Nem ele mesmo conseguiu integrar o time de basquete da escola. Onde estão as vantagens aparentes que acreditamos existirem? As oportunidades? A sorte de ter nascido com o necessário para brilhar? Onde estão os colegas de escola de Jordan que eram melhores do que ele? Por que não se desenvolveram como jogadores?

Com um sonho de se tornar jogador profissional da NBA (Liga de basquetebol profissional da América do Norte), desde os seus cinco anos, Jordan decidiu superar seu desempenho. Determinou-se a extrair o melhor de si e iniciou um intenso programa de treinamento. Nos dois anos seguintes, Jordan treinou mais do que qualquer atleta profissional. Nas raras horas em que não treinava com a bola, ia surfar, não para se divertir, mas para conseguir desenvolver o equilíbrio necessário nas quadras. Foi dessa experiência que ele adquiriu em parte a sua graça e os seus movimentos leves e mágicos dentro da quadra.

Michael Jordan, ao dar uma entrevista a uma emissora norte-americana, disse as seguintes palavras: “Não conseguia parar de treinar duro. Sentia-me péssimo todo dia que percebia não ter me aprimorado em nada”.

Essa frase vai ao encontro de um conteúdo que produzi recentemente, chamado o poder da atitude, no qual apresento dois pilares que nos ajudarão a sair da inércia e/ou potencializar as nossas ações, com a intenção de transformar SONHOS em REALIDADE. Para acesso ao conteúdo, clique aqui!

Voltando à história de Jordan, ele ingressou na Universidade da Carolina do Norte, onde aos poucos passou a chamar a atenção em quadra. E logo tornou-se parte do time oficial da Universidade. No entanto, apesar de iniciar sua carreira profissional em 1981, ele conquistou seu primeiro título da NBA apenas em 1991, ou seja, dez anos depois.

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Durante esse período, Jordan treinou rigorosamente todos os dias. Era o primeiro a chegar na quadra e o último a sair. Às vezes, parava somente quando seus dedos davam sinais de sangramento. Em 1985, quando todo mundo esperava resultados na quadra, uma lesão o tirou do time por 64 jogos. Ele teve que deixar a NBA e retornar para a Carolina do Norte, onde se submeteu a um intenso programa de recuperação.

Em 2001, já com 38 anos, vou repetir, com 38 anos, afastado da liga principal por três temporadas, decidiu voltar a jogar. Especialistas esportivos comentavam que ele jamais teria o desempenho de seus tempos de glória.

No início, constantes lesões pareciam confirmar as previsões. Mas Jordan, outra vez, treinou duro. Elaborou um novo plano de treinamento diário. Reconheceu que, com a idade, o organismo exige mais cuidados. Construiu um programa específico para manter a forma e montou uma equipe de profissionais e treinadores para acompanhá-lo. Na sua última temporada, em 2003, jogou todos os 84 jogos do seu time. Em fevereiro daquele mesmo ano, tornou-se o único jogador da história da NBA que, com 40 anos de idade, conseguiu marcar 43 pontos num único jogo.

Pense por um momento sobre o que a história de Michael Jordan nos ensina sobre o sucesso.

Ela mostra que essa ideia de que os melhores e mais brilhantes são beneficiados por uma glória divina não é tão verdadeira, não é mesmo?!

Olhando para os resultados de Jordan, depois da sua consagração, parece desafiador imaginar que a sua carreira foi cheia de desafios, rejeições e momentos que exigiram extraordinária superação.

Mas Jordan, assim como a maioria das pessoas que consegue impor uma mudança dramática em sua vida, começou de baixo e teve grandes desafios até conseguir liberar o melhor que tinha dentro de si. Esses momentos quase sempre são delimitadores.

Eles separam as pessoas que rompem barreira e explodem, deixando seu potencial aflorar, daquelas que se encolhem, permitindo que os limites muitas vezes façam com elas percam o entusiasmo pela vida e o respeito por si mesmas.

Esse foi o legado de Michael Jordan e, como bem disse Brendon Burchard, “se tivermos os ingredientes certos, podemos fazer a grandeza brotar até mesmo nos momentos mais desafiadores”.

Mas será que este é um padrão que se aplica a todas as pessoas? Até onde esses ingredientes dependem de nós, e até onde eles são definidos pelo acaso?

Para respondermos essas questões, temos que analisar primeiro o que entendemos por destino.

Neste momento, irei me apropriar das reflexões de Brendon Burchard, que são colocadas da seguinte forma: “Destino significa determinar ou fixar por antecipação. Quando você acredita no destino, alimenta a crença de que suas ações são predeterminadas antes de nascer, ou em qualquer outro momento da vida, por uma força sobrenatural, fora do seu controle”.

Mais recentemente, surgiu uma linha de pensamento, chamada de determinismo psicológico. Os adeptos dessa teoria, apesar de não acreditarem numa força sobrenatural, defendem a ideia de que cada indivíduo está destinado a se tornar resultado do condicionamento psicológico estabelecido no passado, geralmente na nossa infância, e com o qual teremos que conviver irremediavelmente durante toda a vida. Tanto num caso como no outro, o destino se apresenta como uma explicação para fatores e circunstâncias que nos afetam sem nossa vontade ou sem que tenhamos capacidade de interferir no que acontece à nossa volta. Ou seja: o destino são acontecimentos e circunstâncias que agem sobre nós, e sobre os quais não temos influência e muito menos controle.

Seria mais fácil continuar aceitando essa versão, se não tivéssemos acabado de analisar a história de Michael Jordan. Acreditávamos que atletas como Jordan, por exemplo, fossem beneficiados por uma inspiração divina. Mas vimos que é um engano pensar assim.

Pense, por exemplo, sobre seu maior propósito neste momento. Qual é? Perder peso? Liquidar dívidas? Reestabelecer uma relação afetiva? Comprar um apartamento?

Seja qual for esse desafio, o que você pode fazer para superá- lo? Até onde essa superação depende de você?

Se você refletir um pouco sobre essas questões, verá que não importa qual a sua situação, objetivo, desafio ou desejo, você sempre terá a liberdade de escolha sobre como irá agir.

É essa relação entre você e a situação, que irá definir seus resultados. Essa constatação traz um segundo elemento para a nossa reflexão: se o papel do destino é inegável, também é inegável que sempre há uma gama de opções que nos dá a oportunidade de agir sobre o destino.

Temos, então, dois conceitos importantes para se levar em conta. Eles compreendem as duas partes da mesma moeda. De um lado, está o fixo, o determinado, o nosso destino. De outro lado, está o nosso poder de mudar o destino, que é definido pelo nosso poder de escolha.

Figura - Destino x Escolha

O destino, como já vimos, compreende as situações, eventos e fatores que acontecem conosco, mas que não foram causados diretamente por nós.

O lugar onde nascemos, nossa altura, o estado econômico e cultural dos nossos pais, a educação e os traumas que tivemos na infância; todos esses fatores, reais e imaginários, fazem parte do nosso destino.

Nesse sentido, o destino, sem dúvida, é uma parte significativa e inquestionável do que nos constitui e, por isso, ele influencia nossa qualidade de vida.

Já o nosso poder de escolha, que nos leva à ação ou à paralisia diante do destino, compreende a soma de nossas características individuais, como disciplina, foco, força de vontade, motivação, integridade, honestidade e iniciativa. Sobre esses fatores, nós temos influência quase absoluta. No processo da construção dos nossos resultados, o poder de escolha é tão significativo e decisivo quanto o destino.

Se quisermos, temos a escolha de agir e mudar as características. Podemos melhorá- lo, alterá- lo, adaptá- lo. E isso também é uma escolha que podemos ou não fazer. Diante de qualquer situação, nosso resultado depende sempre da escolha que fizemos.

Em outras palavras, não importa qual é o seu destino, você sempre terá uma escolha a fazer. Os questionamentos agora são: O que define como você fará essas escolhas? E como essas escolhas criam resultados em sua vida? Como agir para que as escolhas transformem o destino em um aliado, em vez de um obstáculo?

Essa mentalidade de que somos reféns ou vítimas do destino possui sérias implicações em nossa vida. Seus danos são claros, óbvios e irreparáveis. Ela nos aprisiona num sentimento de frustração, sabotagem e impotência, tornando-nos infelizes por anos a fio. Nesse contexto, a história de Jordan é importante não como um evento isolado, mas pelo exemplo que oferece de que o destino, por si só, não é um fator determinante nos resultados que obtemos na vida.

“O exemplo de Michael Jordan nos mostra que é a maneira como nos relacionamos com o destino que determina nossos resultados”.

Reconhecer esse princípio tem um impacto fascinante na nossa vida. E isso nos dá poder e liberdade.

Se você quer ser bem-sucedido, precisa assumir o controle sobre a sua vida. E isso pode ser feito em bases bem simples.

Essas bases bem simples e pequenas eu coloco como a racionalização das emoções, ou seja, gerenciar as suas emoções, controlar seus pensamentos e agir de maneira positiva. E você pode começar convencendo-se de que é você mesmo quem produz os seus resultados. E de que você possui todos os equipamentos necessários para produzir esses efeitos. Basta usá-los de maneira correta.

Em um de seus seminários, Brendon Burchard fez uma colocação que impactou a minha vida com profundidade, e compartilho aqui com você.

Brendon disse: “Se você de fato quer mudar o seu destino, primeiro, escolha o que você quer, e depois comprometa-se com a sua escolha”.

Quando você escolhe ser o tipo de pessoa que você quer, você afirma que possui poder sobre a sua vida. Com isso, despreza a atitude mental que lhe coloca num papel de vítima. Guarde isso e pratique: “Você só pode se comprometer com o seu objetivo se tiver certeza de que ele só depende de você, e não de forças externas”.

“A única razão que nos impede de conseguir o que queremos é não acreditar que temos o poder suficiente para isso. Ou seja: quando nos julgamos fracassados antes mesmo de agir”.

Finalizo este post, que foi adaptado da autobiografia de Michael Jordan de David Halberstam, do livro Singular, o poder de ser diferente, de Jacob Pétry e Valdir R. Bündchen, e da obra O poder da energia, de Brendon Burchard, colocando em cena um princípio da sociologia pregada pelos autores Jacob Pétry e Valdir R. Bündchen:

“O sucesso e o bem-estar são o resultado de um princípio conhecido em sociologia como ‘vantagem cumulativa’. Você começa seu dia um pouco mais motivado. E essa pequena motivação leva a uma atitude que lhe torna um pouco mais ousado. Essa ousadia, por sua vez, proporciona uma pequena vitória, que lhe tornará um pouco mais feliz ao final do dia, e assim por diante, até que, com o passar de cinco, dez ou vinte anos, você muda completamente; não só a você mesmo, mas o mundo à sua volta. Hoje, talvez, você não perceba essa transformação. Mas não importa. Apenas comece e se comprometa com esse começo”.

Por fim, destino não é igual a resultados, porém, destino x escolhas = resultados. Mude as suas lentes, amplie a sua visão, controle a sua mente, promova pequenas ações e, inevitavelmente, os resultados que você deseja começarão a aparecer.

Eu sou Ricardo Basilio e acredito que juntos podemos ir além. #Reflitaeajasempre!

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Posted on 3 de dezembro de 2015 in Blog

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About the Author

Eu sou Ricardo Basilio e tenho uma missão: ser um grande aprendiz da vida e um excelente ouvinte, e por meio da comunicação, da empatia, e da motivação, ajudar milhares de pessoas a sentirem realizadas em suas vidas. Hobbies: Meditar, ler, jogar voley e conhecer novas culturas.
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